terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Super Concretismo
Cobracobra
C
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b
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a
Ser
p
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n
t
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C
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Quanta
Qual é a Velocidade da Mente?
Quanta Velocidade tem a Mente?
Q u a n Ta
Q u a n Ta
A na Q u A
Q
u
a n
T
A
Quanta Velocidade tem a Mente?
Q u a n Ta
Q u a n Ta
A na Q u A
Q
u
a n
T
A
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Aos pés do Mestre
Prostrar-me-ei de joelhos peranti a Ti Mestre
Senhor de todos os senhores
Mestre dos mestres
Rei dos reis
A Ti entrego o meu Coração
Peço um pouco do seu Amor
Ó Ser Transcendental
Receptáculo de toda Luz
Ó Fênix eterna
Senhor de todos os senhores
Mestre dos mestres
Rei dos reis
A Ti entrego o meu Coração
Peço um pouco do seu Amor
Ó Ser Transcendental
Receptáculo de toda Luz
Ó Fênix eterna
Aos pés do Mestre
Prostrar-me-ei de joelhos peranti a Ti Mestre
Senhor de todos os senhores
Mestre dos mestres
Rei dos reis
A Ti entrego o meu Coração
Peço um pouco do seu Amor
Ó Ser Transcendental
Receptáculo de toda Luz
Ó Fênix eterna
Senhor de todos os senhores
Mestre dos mestres
Rei dos reis
A Ti entrego o meu Coração
Peço um pouco do seu Amor
Ó Ser Transcendental
Receptáculo de toda Luz
Ó Fênix eterna
segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
A Cidade, O Caos
A Cidade, O Caos
Pedaços de concreto limitam os sentidos
Becos, vielas

Os Sonhos e Esperanças dos mais
Humildes
O Caos
As sombras dos prédios
Que escondem as pessoas
E os carros que as dominam
Elas não caminham mais com
As próprias pernas
Suas mentes atrofiadas não Imaginam
O Caos
A Cidade, O Caos
Robôs se vestem rasgados
Alienados
Criaturas que não criam
Seus dotes não existem
Momentos incertos
As marcas
Cicatrizes do desamor
O Caos
Pensamentos tortos
Projeções sem luz
Bebês choram
O tempo anuncia
Eles são vítimas dos números
Eles são programados
Vítimas do Capital
O Caos
A Cidade, O Caos
Insetos perambulam
Homens perambulam
Mendigos sem casa
Casas com mendigos
Cheios de dinheiro
de papel que rasga
Pode queimar
O Caos
Eles aprisionam suas mentes
O capital
Eles mentem
Onde está o homem?
Animais humanos
Se transformam em dinheiro
Em cinzas
O Caos
A Cidade, O Caos
A Monotonia
Encontra as palavras
Ao fechar as cicatrizes
Abertas em combate
Na crítica ao sistema
As Gaiolas humanas
Farpas em transe
Ocultas nas ruínas
Pessoas batendo cabeça
O Caos
Alienadamente
Correm velozes
Mas se enganam
Símbolos emergem
De sua solidão
Mexem-se espasmos
Nas Cidades
Metáforas à noite
Vozes, gemidos
O Caos
A Cidade, O Caos
Um deserto me cria
Um manifesto adormece
A palavra entorpece
Os dentes do tubarão
Eles levam sua alma sem
Piedade
O Caos
Trabalhem Trabalhem
Vou pagar a Vocês
Comida e Educação
Fiquem atentos aos programas
Vocês não podem pensar
Sem reflexos
Robôs, Andróides
O Caos
A Cidade, O Caos
Enigmas envolvem o silêncio
Gotas iridescentes ecoam
Suas roupas de metal
E a ferrugem se cala
Ao nosso redor
Há talvez um vazio frio
Do papel de seda
O Caos
A Cidade, O Caos
A fuga outros irão perceber
Os anos que não passam
Os códigos adormecidos
Sombrios mandamentos
Atacam e devoram
O mundo
Capital, papel crepon
O Caos
A Cidade, O Caos
Cegos enxergam os carros velozes
que se batem
Cegos não enxergam a si mesmos
Insanos se Tornam
Paralíticos paralisam
Eles param, estão parados
Um caleidoscópio de perigos, de limites
A margem aqui, a margem ali
O Caos
A Cidade, O Caos
Pesadelos te esperam na cidade
A televisão te programa
O asfalto te dilacera
Os monstros escondidos sob
As cinzas
O Caos
A Cidade, O Caos
Das Árvores que queimam
E o Neon te confunde
A sela da casa do quarto escuro
a s
O C o
a Ceddia, Saoc O
À margem posso ver
As Testemunhas vivas
Do silêncio que nos separa
Instrumentos da violência se projeta entre nós
o
s a
c o
A decadência
Somos sócios interdependentes
Racionais inconscientes
Adolescentes inconsequentes
Perdidos na rotina
Alienadamente mortos-vivos
Aparentes
O c a o
s
A Cidades, O Caos
A fumaça dos carros
Envolve nossos corpos
A juventude envelhecida
Camelôs por todos os
Lados
Pessoas sem Emprego
Onde está você?
Sem esperança
Sem sentido
Testemunhas vivas da solidão
A vagar, a vagar, a vagar
O Caos
A Cidade, O Caos
A sociedade dilacera
Corpos nus
São insistentemente
Repetitivos
Não se movimentam esperando o
Momento
Simplesmente falando a
Guerra
Plasticamente falando
O Caos
Deixem a vagar
algemas em questão
Lutar, sêmem
O cérebro mexe
Abram as asas
Imagens do Poema
Libertem-se das palavras
à margem não se tocam
O Caos
A Cidade, O Caos
Homens inconscientes
E suas máquinas corrompem
Nossos corpos
Difusos princípios
que se entregam
O Caos
Um Rio trafega sem vida
Particípio
Passado
Reflexos da rotina
Inimigos escondidos
Nas trincheiras
Se vestem em Guerrilhas
Amantes do dinheiro
O caos
A Cidade, O Caos
Sem sonho, sem Poesia
As Praias poluídas
a diversão se torna
Doença
A vida que lembra a morte
Propagandas alucinam
aprisionam suas mentes
Acorrentam os sentidos
Um prato de comida
Um prato de comida
O Caos
A Cidade, O Caos
Vozes em silêncio
Almas que não vo am
O con cre to se que bra
Horizontes sem trajeto
Múltiplas realidades
Crianças que não Criam
O Soa c
Apoteoses sem clímax
Propaganda, Over
Dose
Muitos Mitos
De alguns políticos
Míticos políticos
Mítica política
O o
C s o a a s
A Cidade, O Caos
Eles esquecem de si mesmos
Ilusões do povo
Que vegeta sem clorofila
Não amam
Sobrevivem a tudo
Mortos-vivos enclausurados
No seu destino
O Caos
O néctar, a dor
O desespero da solidão
As vítimas
As Crianças
Seus olhos, as lágrimas
o coas
A Ci da d e , o S a O c
Espaços múltiplos se tornam
Reais
Inter
N
E T
GRANDES e pequenos
Livros sem letras
P a l a r vas
Q u e
b r
ad as
Desordem, confusão
Estrelas que não Brilham
O Caos
A C i da d e , O C a o s
São sementes part idas
Suas jaulas
Apartamentos ausentes
Homens dançando E i e psia
p l
Se espantam no Incosciente
O Caos
Pássaros sem asas
Verdadeiras camisas-de-força
Famílias se separam
A GRANDE família é repartida
Filhos do Capital
Filhos do pa p e l
As drogas embotam suas mentes, mentes
Tu mentes
O Caos
A Cidade, O Caos
A flor que não desabrocha
espasmos a sentir
A Chuva ácida Química
Enferruja nossos Braços
Nossos dedos amarrados
Digitais que não existem
A Massa Amassa
A si mesma
A Massa Amassada
O Caos
Você não pode sonhar
Sem imagens, à Margem
Eles tentam sobreviver
Sem Poesia
Sem sentimento
O Espelho se quebra
Sala de Espelhos quebrada
O Caos
A cidade, O Caos
Pessoas se atropelam
Não há mais tempo
Eles lutam entre si
Animais humanos
Depredam a Cidade
Vozes grunhidos e guinchos
Pa l a v ras em
P e ç
d a
o s
O s aa ooc
O Medo nas esquinas
Um Grito desafina, desa fina
As algemas do Capital
As paredes
Os muros
a vida que lembra a Morte
O A aaa Coo s S
a Cidade, O Caos
Armas apontadas por todos
O s Lados
Balas perdidas podem me atingir
podem me ferir
Incertas notícias se fundem a contemplar
As marcas, feridas navalhas
Que exalam
O Caos
O Avatar
Estava escrito na profecia
Que n'um belo dia Ele nasceria
E ao nascer os Três Reis Magos
Avistaram a Estrela Cadente
E O visitaram para Lhe dar
Presentes
Mirra, Incenso e Ouro
Pois Ele tinha um
Grande AMOR
O Maior de todos
Os Tesouros
O Seu Nome era JESUS
Que n'um belo dia Ele nasceria
E ao nascer os Três Reis Magos
Avistaram a Estrela Cadente
E O visitaram para Lhe dar
Presentes
Mirra, Incenso e Ouro
Pois Ele tinha um
Grande AMOR
O Maior de todos
Os Tesouros
O Seu Nome era JESUS
sábado, 11 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Palavras de Amor
Uma imagem vale mais
Que mil palavras
E uma Flor?
Uma Flor vale mais que um
Milhão de palavras de
Amor
Que mil palavras
E uma Flor?
Uma Flor vale mais que um
Milhão de palavras de
Amor
O Poeta José Fortuna
Apresento a vocês amigos
O artista da minha família
Uma Lenda da música sertaneja
Autor de mais de 400 músicas
Ele era primo do meu avô
Quando criança usava um galho
Para escrever poemas na terra
O Mestre José Fortuna
Que fez a versão da música paraguaia
Em ritmo guarânia: Índia
Que teve mais de 400 regravações
Por grandes nomes da música sertaneja
Como: Milionário e José Rico
Pena Branca e Xavantinho
Chitãozinho e Xororó
E o Rei Roberto Carlos
Fico muito feliz
Porque um pouco da sua Poesia
Está no Sangue que corre
Em minhas Veias
O artista da minha família
Uma Lenda da música sertaneja
Autor de mais de 400 músicas
Ele era primo do meu avô
Quando criança usava um galho
Para escrever poemas na terra
O Mestre José Fortuna
Que fez a versão da música paraguaia
Em ritmo guarânia: Índia
Que teve mais de 400 regravações
Por grandes nomes da música sertaneja
Como: Milionário e José Rico
Pena Branca e Xavantinho
Chitãozinho e Xororó
E o Rei Roberto Carlos
Fico muito feliz
Porque um pouco da sua Poesia
Está no Sangue que corre
Em minhas Veias
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Quando a Natureza Chora
Quanto vale as lágrimas de um Índio?
Elas não tem preço
Nem o seu Coração
E o seu Amor pela Natureza
Pela Floresta da Amazônia
Pelas Árvores e os seus Animais
Progresso?
É um Regresso a 500 anos atrás
Quando os Índios eram vistos como
Animais e os Negros também
Há outras formas de obter
Energia
A Amazônia é dos Brasileiros
ou não?
Contra Usina Hidrelétrica de Belomonte
Elas não tem preço
Nem o seu Coração
E o seu Amor pela Natureza
Pela Floresta da Amazônia
Pelas Árvores e os seus Animais
Progresso?
É um Regresso a 500 anos atrás
Quando os Índios eram vistos como
Animais e os Negros também
Há outras formas de obter
Energia
A Amazônia é dos Brasileiros
ou não?
Contra Usina Hidrelétrica de Belomonte
terça-feira, 17 de maio de 2011
O Andarilho das Estrelas
Mas se tanto se faz
Mas se tanto se fez
Coração aberto e um
Sol Nascente em mim
Mas se nada se faz
Mas se nada se fez
Coração fechado e um
Sol Poente em mim
Eu e Você e o Mundo
Bailando sem parar
Seja como for
Virão canções de Amor
E o sentimento do mundo
Em meu Coração
Mas se o infinito me tocar
Eu voarei espaços como
Uma Fênix
Além do bem e do mal
Nascerá um Sol dentro de mim
Seja como for
Virão canções de Amor
Mas se o universo me tocar
Eu vagarei espaços como
Um Pássaro
Além do meu sonhar
Nascerá um Sol dentro de Nós
E o sentimento do mundo em meu
Coração
O Andarilho das Estrelas
Caminhando dentro de nós
O Andarilho das Estrelas
Vendo o Sol se Por
Vendo o Sol Nascer
O Andarilho das Estrelas
Mas se tanto se fez
Coração aberto e um
Sol Nascente em mim
Mas se nada se faz
Mas se nada se fez
Coração fechado e um
Sol Poente em mim
Eu e Você e o Mundo
Bailando sem parar
Seja como for
Virão canções de Amor
E o sentimento do mundo
Em meu Coração
Mas se o infinito me tocar
Eu voarei espaços como
Uma Fênix
Além do bem e do mal
Nascerá um Sol dentro de mim
Seja como for
Virão canções de Amor
Mas se o universo me tocar
Eu vagarei espaços como
Um Pássaro
Além do meu sonhar
Nascerá um Sol dentro de Nós
E o sentimento do mundo em meu
Coração
O Andarilho das Estrelas
Caminhando dentro de nós
O Andarilho das Estrelas
Vendo o Sol se Por
Vendo o Sol Nascer
O Andarilho das Estrelas
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Jah é o momento, Caia todo o Amor
Jah, me leve para outro lugar
Jah, me leve pra me despertar
Pra conhecer a verdade
Leve e solto
Pra viver a liberdade
Do Amor
Agora é tempo de Jah
Jah é hora de viver a igualdade
É o momento de sentir todo Amor
Eu quero que Caia toda Amor sobre eu e você
Jah, me leve para outro lugar
Jah, me leve para iluminar
Pra conhecer outros planetas
Viajar na cauda de um cometa
Feito de Amor
Agora é tempo de Jah
Jah é hora de sair do mundo escuro
É o momento de desfazer todos os muros
Eu quero que Caia todo Amor sobre nós
Caia
Caia
Caia
Todo Amor sobre nós
Jah, me leve pra me despertar
Pra conhecer a verdade
Leve e solto
Pra viver a liberdade
Do Amor
Agora é tempo de Jah
Jah é hora de viver a igualdade
É o momento de sentir todo Amor
Eu quero que Caia toda Amor sobre eu e você
Jah, me leve para outro lugar
Jah, me leve para iluminar
Pra conhecer outros planetas
Viajar na cauda de um cometa
Feito de Amor
Agora é tempo de Jah
Jah é hora de sair do mundo escuro
É o momento de desfazer todos os muros
Eu quero que Caia todo Amor sobre nós
Caia
Caia
Caia
Todo Amor sobre nós
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
A Profecia
Os profetas se calam diante do medo
Abrangem a solidão que se parte
Em compartimentos estanques
Eles dizem: não toquem o vento
Não percebam a noite ou um engano
Eles se entristecem noutro lugar
Adiante não me tenha emoção
Que cai o velho inciso
Um manual de sobrevivência
Nada se transformará na galeria fria
A gilete que corta , a navalha
Gente que pede, implora Vida
Fome, comida, queremos um pouco
Da terra, Terra Mãe
Seus filhos te perguntam, algo além
Livros se queimam, há chamas ao longe
Viajando por um mar desconhecido
Oprimidos se refugiam em nós
Seus sentidos apenas tangentes
Um deserto em ritmos de marfim
Elefantes brancos da África
Desnuda-te e venha, senhor tempo
Claros testemunhos do silêncio
O clímax se apavora, inocência
Abriguem-se nas cavernas ocultas
Fantasias verdadeiras apreendem nossos dias
A palavra que mata a morte
Os espaços se apropriam do insólito
E tu me dizes vento: A palavra Viva
Transcende toda substância
Um mar aberto desvela o véu
Feito do mais puro mel
A Profecia se faz
Vagalumens perambulam
Abrangem a solidão que se parte
Em compartimentos estanques
Eles dizem: não toquem o vento
Não percebam a noite ou um engano
Eles se entristecem noutro lugar
Adiante não me tenha emoção
Que cai o velho inciso
Um manual de sobrevivência
Nada se transformará na galeria fria
A gilete que corta , a navalha
Gente que pede, implora Vida
Fome, comida, queremos um pouco
Da terra, Terra Mãe
Seus filhos te perguntam, algo além
Livros se queimam, há chamas ao longe
Viajando por um mar desconhecido
Oprimidos se refugiam em nós
Seus sentidos apenas tangentes
Um deserto em ritmos de marfim
Elefantes brancos da África
Desnuda-te e venha, senhor tempo
Claros testemunhos do silêncio
O clímax se apavora, inocência
Abriguem-se nas cavernas ocultas
Fantasias verdadeiras apreendem nossos dias
A palavra que mata a morte
Os espaços se apropriam do insólito
E tu me dizes vento: A palavra Viva
Transcende toda substância
Um mar aberto desvela o véu
Feito do mais puro mel
A Profecia se faz
Vagalumens perambulam
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Alucinada Lucidez
Desse nome que vivo
Esse dia que nasce
E depois anoitece
A razão se esquece
A loucura talvez
Vem outra vez
Joga longe o medo
Um pesadelo vira brinquedo
Esse é o segredo
Às vezes da vida
Da vida sofrida
Do salário de fome
Da criança esquecida
A criança sem nome
Às vezes a vida é louca
A comida no prato é pouca
Mal dá pra encher a barriga
Então rola briga
Pelo pedaço de pão
Pelo pedaço de chão
É a desilusão meu irmão
Então o Homem sensível
Sonhador do impossível
Se afoga na Toga
A loucura talvez seja a lucidez
Do que move a vida
Esse dia que nasce
E depois anoitece
A razão se esquece
A loucura talvez
Vem outra vez
Joga longe o medo
Um pesadelo vira brinquedo
Esse é o segredo
Às vezes da vida
Da vida sofrida
Do salário de fome
Da criança esquecida
A criança sem nome
Às vezes a vida é louca
A comida no prato é pouca
Mal dá pra encher a barriga
Então rola briga
Pelo pedaço de pão
Pelo pedaço de chão
É a desilusão meu irmão
Então o Homem sensível
Sonhador do impossível
Se afoga na Toga
A loucura talvez seja a lucidez
Do que move a vida
domingo, 1 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Pétala
Cada pétala de uma Flor
É uma página de encanto e Poesia
Toda Flor é um livro de Amor feito pela
Grandiosa Mãe Natureza
É uma página de encanto e Poesia
Toda Flor é um livro de Amor feito pela
Grandiosa Mãe Natureza
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A Luz do Blues
Rompendo a noite
Na cala da noite
Buscando prazer
Eu encontro você
Caminhando sob as estrelas
À luz pungente da Lua cheia
Cantando um Blues
Rompendo a noite
Na calada da noite
Eu descubro um segredo
Que eu não tenho medo
Da encruzilhada
Da batalha armada
Das forças que governam
O outro mundo
Eu sinto um mistério profundo
Quando eu canto o Blues
Rompendo a noite
Na calada da noite
Eu encontro você
O Senhor dos Abismos
Que me dá o Poder
De seguir meu Destino
De cantar o lamento
Dos escravos
Ecoar por dentro
Uma Luz Negra que é
A Luz do Blues
Na cala da noite
Buscando prazer
Eu encontro você
Caminhando sob as estrelas
À luz pungente da Lua cheia
Cantando um Blues
Rompendo a noite
Na calada da noite
Eu descubro um segredo
Que eu não tenho medo
Da encruzilhada
Da batalha armada
Das forças que governam
O outro mundo
Eu sinto um mistério profundo
Quando eu canto o Blues
Rompendo a noite
Na calada da noite
Eu encontro você
O Senhor dos Abismos
Que me dá o Poder
De seguir meu Destino
De cantar o lamento
Dos escravos
Ecoar por dentro
Uma Luz Negra que é
A Luz do Blues
terça-feira, 26 de abril de 2011
O Canto do Xamã
Então dança na beira do abismo
Faz do medo seu amigo
Do fogo seu brinquedo
E da morte sua companheira
Então dança, delira e transcende
E trafega na escuridão
Em comunhão
Com os Insetos, as Plantas, os Répteis, os Chacais
Os Grandes Felinos e os Pássaros
E conecta-se ao Grande Espírito
Faz isso pela Memória dos seus Ancestrais
Faz do medo seu amigo
Do fogo seu brinquedo
E da morte sua companheira
Então dança, delira e transcende
E trafega na escuridão
Em comunhão
Com os Insetos, as Plantas, os Répteis, os Chacais
Os Grandes Felinos e os Pássaros
E conecta-se ao Grande Espírito
Faz isso pela Memória dos seus Ancestrais
Mutações
Livre
Os sentidos suspensos
A palavra acesa
Movendo o segredo
A centelha que queima
A alma, desperta
O conteúdo latente
Brilhando
Ouvindo o silêncio
Projetando imagens
Viajando
A mente
Interpretando o mundo
Vivendo aqui
Um oceano por dentro
De repente Ele emerge
O Sonho
Os sentidos suspensos
A palavra acesa
Movendo o segredo
A centelha que queima
A alma, desperta
O conteúdo latente
Brilhando
Ouvindo o silêncio
Projetando imagens
Viajando
A mente
Interpretando o mundo
Vivendo aqui
Um oceano por dentro
De repente Ele emerge
O Sonho
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Sala de Espelhos, a Porta se abre
Escrevendo eu me desvendo
A cada palavra, a cada símbolo
Que emerge dos abismos do inconsciente
Vou nascendo, renascendo
Rompendo o tempo
Então o ser cercado por muros
Se liberta no papel
Não sou apenas um
Agora sou muitos
Reflexos dos reflexos dos reflexos dos reflexos dos reflexos
dos reflexos dos reflexos dos reflexos
dos reflexos
dos reflexos
dos reflexos
A cada palavra, a cada símbolo
Que emerge dos abismos do inconsciente
Vou nascendo, renascendo
Rompendo o tempo
Então o ser cercado por muros
Se liberta no papel
Não sou apenas um
Agora sou muitos
Reflexos dos reflexos dos reflexos dos reflexos dos reflexos
dos reflexos dos reflexos dos reflexos
dos reflexos
dos reflexos
dos reflexos
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